
Depois do nevoeiro introduzido, certamente por mera coincidência, pelo "caso Sócrates", a realidade. Por um lado, «a resolução dos problemas no nosso país não está nos salários baixos.» Por outro, «se a Europa quiser realmente evitar o declínio, então a Europa tem que mudar. Só com investimento, crescimento e criação de emprego é que a Europa pode ter futuro.» Dito isto, estamos a falar de decisões políticas. Sem decisão e coordenação política fortes - e não com taticismos e chico-espertismos aprendidos nas cadeiras gastas das secções partidárias - não vamos a lado nenhum.
2 comentários:
Irmão
adorei a sua versão do digitus impudicus
estamos perante caso extremo de falta de vergonha
Álvaro Santos Pereira é das poucas vozes na Europa que ousam criticar o centralismo e a burocracia e a falta de solidariedade que hoje caracterizam o espaço da União Europeia. Vinte e sete noves fora nada é o que vale esta Europa.
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