O debate parlamentar foi, de novo, pouco mais que a mesma "contabilidade" indecifrável para o mundo lá fora. Sem rasgo e, perigosamente, sem política. Que ninguém, depois, se queixe.
Adenda: Apareceu entretanto, e felizmente, o Presidente da República a falar na economia, nas empresas e no emprego, no investimento e nas exportações. E a salientar que o crescimento económico e a criação de emprego devem ser a prioridade política doméstica e europeia. Salvou o dia.

1 comentário:
CHEIRO A CADÁVER
Quando o Presidente da República, figura institucional, é a única voz a produzir discurso político e a apontar caminhos é caso para os portugueses estarem muito preocupados. O país real está cada vez mais consciente do resultado económico e social do "programa de assistência". A economia real, exaurida pelo aspirador das Finanças, carece de projectos, de incentivos, de investimento, de sinais de vida. Não suporta mais o cheiro a cadáver.
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