Quando vamos à ópera e, sobretudo, estimamos o intérprete e ele falha, sentimos aquilo como se tivéssemos sido nós a falhar - enterramo-nos na cadeira e esperamos que passe. É o que sinto cada vez que ouço o presidente do conselho de administração da televisão pública. Não por ele, evidentemente, mas por quem manda nele.
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