
«O PC domina a gente à esquerda do PS. O PS, aos tropeções, lá vai aguentando. O Bairro Alto mudou. A “modernidade” não entusiasma ninguém. E, como costuma suceder, o Bloco, reduzido a metade, dia a dia se afunda em intrigas sem sentido, em querelas sobre quem lá manda (ou não manda) e até em altercações sobre quem irá ou não irá para vereador. Não faltam dezenas de aventuras como esta na história política portuguesa: partidos temporários que se julgaram com um grande futuro.»
Vasco Pulido Valente, Público
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