Hoje, dois economistas investidos em funções políticas falaram. Um fez o "balanço" da avaliação dos funcionários dos credores externos no jargão desses funcionários. Outro olhou para a realidade, enquadrou as questões nacionais nas questões europeias, apelou ao crescimento económico e ao investimento por causa do emprego e explicou que quaisquer mudanças nas políticas de finanças públicas e das funções do Estado têm de passar pelo parlamento. Também aludiu ao cansaço europeu - das pessoas, das empresas - com a austeridade. Uma avaliação é sempre uma avaliação política. E este economista, por sinal Presidente da República, fez a sua. Concordo com ele.
1 comentário:
Só não entendo é porque o Prof.Cavaco Silva esteve tão caladinho nos idos de 2005/2010 quando o seu "protegido"de então estava a dar cabo de tudo e ele a ver o barco a afundar-se! E ele até tinha obrigação de nos informar do rumo desastroso que se estava a seguir. Ou não foi ele que assinou todos os decretos que proporcionaram a derrapagem até ao estertor final?
É isso que eu lhe reprovo!
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