Por motivos óbvios, não é este o momento de escrever ou de dizer publicamente o que quer que seja sobre a RTP (a neutralidade verbal é propositada e deve ser lida a título de plural majestático). Todavia recordava-me de, após as eleições de 2011, ter dito aqui qualquer coisa sobre o assunto. Foi a 13 de Junho de 2011.
1 comentário:
O que espanta nos casos de privatização RTP e TAP é que são discutidos como se fossem pilares da democracia ou órgão de soberania. É como se fossem discussões sobre a venda da Assembleia da República ou das Forças Armadas. Se calhar, isso acontece porque, para muita gente, é disso mesmo que se trata. Vai-se comer menos e viajar menos à borla. Enfim, vai mudar, e nós não queremos mudar, queremos continuar.
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