
Li ontem no editorial do Público que um grupo privado do Facebook, destinado a trabalhadores do Hospital de Braga, é supostamente vigiado por ordem da administração que terá destacado "uma funcionária com a incumbência de verificar se o que ali é dito pode, de algum modo, pôr em causa a imagem do hospital". Não do trabalho do hospital enquanto unidade institucional do SNS que presta cuidados de saúde aos cidadãos, mas apenas para "controlar o que dizem os próprios trabalhadores sobre o hospital". Adianta o editorial que a coisa "conduziu já a um processo disciplinar a uma funcionária que criticou um regulamento interno, chamando "burros" e "incompetentes" aos seus autores". O editorial pergunta, no fim e bem, se "não é assim que começam, brandamente, todas as censuras". Começam e acabam, normalmente às mãos de burros e incompetentes. É só consultar um livrinho básico de história.
1 comentário:
Não compro o Público e portaqnto não li.
Da sua crónica fico com uma dúvida, os senhores funcionários alimentam o facebook durante as horas de trabalho ou fazem isso depois do jantar em sua casas?
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