
«Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos; para que eles não as pisem com o pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem. Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram!» (Mt 7,6.12-14) Este é o Evangelho da data e, creio, explica-se por si mesmo quotidianamente. No entanto, a caminho da missa na Igreja de São Nicolau constatei que a rua com o mesmo nome persiste intransitável para peões (imagino a alegria que grassa no comércio local), exibindo uma poeira desértica bastamente desagradável. E o agente da polícia municipal colocado à entrada da rua, a do Ouro, era incapaz de informar que não valia a pena sequer tentar atravessá-la. É para isto que temos os Sá Fernandes e as Rosetas das bicicletas - e de idiotices semelhantes - quando nem para andar a pé a Baixa serve. E quer ainda o pequenino vereador ver "crescer as árvores". Ámen.
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