O PS concluiu um conjunto de encontros com os outros partidos. Terminou com o PSD, sem Seguro e sem Passos Coelho. Cá fora, ambos os partidos evidenciaram as "divergências". Insanáveis, segundo o PS. Com o devido respeito, esta conversa, para além de redundante, é de chacha. Se fosse tudo ao contrário, então não haveria democracia mas antes um enorme pastelão. Há quem aprecie pastelões e salamaleques. E há quem esteja sempre pronto para apimentar qualquer pastelão e para salamaleques desde que ganhe alguma coisinha com isso. O termo técnico para esta ginástica partidária é "charneira" e o resultado, também em língua de pau, chama-se "consenso". Quem porém dita o "consenso", numa democracia liberal, é o "povo" quando vota. Não é a língua de pau. Não é por muito madrugar que amanhece mais cedo.
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