Aparentemente Manuela Ferreira Leite terá o bom gosto de não aparecer na campanha da "aliança Portugal". Em 2009, enquanto presidente do PSD, incentivou e apoiou a candidatura "original" de Paulo Rangel ao parlamento europeu. Ganhou a aposta. Contra ele teve o CDS presidido pelo mesmo dr. Portas que surge numa fábrica, em 2014, ao lado do mesmo Rangel numa risota às escâncaras, parva e dúplice. Portas, o tudo e o seu contrário, ainda não entendeu que já só os indefectíveis dependentes, e dois ou três analfabetos funcionais, o levam a sério (Passos deixou de o levar quando o alcandorou a vice PM do "guião" da improvável "reforma do Estado" e a "coordenador" de viagens com "empresários"). Ficará para a "história" desta maioria como o seu maior instabilizador político e, para o país, como aquele que, no auge do "programa de assistência" (temporada Primavera-Verão de 2013), se dispôs a deitar tudo a perder em nome da sua vaidade e ambição como ficou adequadamente registado aqui. Se existe um "factor" perturbador dentro da coligação, e no país, ele tem um nome e um rosto. Não é preciso recorrer a fantasmas.
2 comentários:
Como dizia uma grande filósofo "em futebol o que é verdade de manhã pode ser mentira à tarde".
Também se aplica à política portuguesa no que toca a pequenos-almoços.
Consta que Paulo Portas, durante a visita de hoje, terá sondado os proprietários da fábrica sobre a possível utilização dos submarinos na pesca do bacalhau.
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