Enquanto o dr. Portas foi para o Caldas presumivelmente desligar o relógio, o eng. Moedas e o dr. Marques Guedes ficaram na Gomes Teixeira, diante de jornalistas nacionais e estrangeiros, a apresentar ao mundo o documento bilingue dito "estratégico para o crescimento". Nada de novo - uma coisa parecida, sem o menor rasgo literário ou outro, evidentemente, às chamadas proposições dos poemas épicos clássicos. Os últimos "indicadores" marraram no porta-aviões do referido dr. Portas (as exportações), a vigilância e as ameaças da "Europa" prosseguem independentemente do patético relógio e sobre a cabeça das pessoas "reais" apenas brilha o sol. É limitado. Politicamente fica tudo preso por filigranas. Como de costume, o mais fiel porta-voz do que perpassa pela cabeça do "libertador" vice PM (o jornalista Filipe Santos Costa, do Expresso) resume o estado da arte na coligação/governo, nas vésperas de um escrutínio popular, após os últimos "improvisos" públicos do dr. Passos: "deslealdade", "desconsideração", "precipitação","inabilidade", "pôr gelo nos pulsos" (sic). Em dia de auto-celebração e a uma semana do "sacrifício" inútil de Paulo Rangel, a maioria não podia ter arranjado melhores epitáfios para si própria.
1 comentário:
Qual 1º de Dezembro, o Duque de Bragança, de sua graça, não teria mãos a medir na defenestração dos traidores. Seriam às dezenas, presumindo que os lacaios eram poupados ou reaproveitados; como criadagem servem sempre quem os pensar.
Pode ser, pode ser que a independência que alguns patéticos patetas tanto desejaram venha a fazer finalmente a justiça que tarda.
Que festim!
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