Fora o objecto da declaração de inconstitucionalidade na altura (a eliminação dos subsídios de férias e de natal dos trabalhadores do Estado no OE para 2012), continuo a "ler" o "tema" como o lia quando escrevi este post. Estava, então, no gabinete de Miguel Relvas e o ministro das finanças era o dr. Gaspar. Não mudei de opinião.
2 comentários:
Goste-se, ou não, a mais que previsível e mais que óbvia decisão do TC deixa evidente o que até já quase todos os cegos conseguem ver: um Governo digno dos irmãos Dalton (ainda que sem nenhum Joe e carregado de Averrell's) e um Presidente cada vez mais parecido com a caricatura do cargo.
Mantenhamos a calma.
O castigo justiceiro não tardará aí, sempre apadrinhado pelo tipo do costume.
Caro João Gonçalves,
Há também exemplos gritantes de outro tipo de iniquidades, como as isenções fiscais (IMI's, IMT''s) e singelos perdões e fechar de olhos da maquina fiscal que fazem evaporar centenas, senão, milhares de milhões ao erário publico.
Perante todo este quadro que se nos oferece, percetível e diagnosticável por português, porque é que prosseguimos esta senda?
O que é necessário fazer para arrepiarmos caminho?
Cps
HN
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