António José Seguro jura que vai formar o primeiro governo do século que não irá aumentar impostos. É uma frase mais simpática do que jurar que não terá condições para baixar significativamente a carga fiscal. Porque, na verdade, é isto que ele quer dizer. O "tratado orçamental" blindou quaisquer bons ofícios e intenções de quem quer que seja que governe na "eurolândia". No entanto, Seguro devia abster-se de mencionar "impostos", uma palavra que geralmente queima a boca de quem a tem proferido. Como se tem observado na cúpula bicéfala do actual governo, para não andar mais para trás, apesar dos discretos "alertas" de M.L. Albuquerque que é quem faz as contas. Para além disso, e apesar da "amabilidade" política em tempos longos de eleições, não se fala de cordas num país de enforcados.
1 comentário:
O homem diz o que a malta quer ouvir. Como outros já fizeram.
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