«Não é possível, porém, esquecer o mês de Julho de 2013, e o que poderia ter acontecido sem o Presidente da República. Os ministros deram nesse momento toda a razão às oposições, que no fundo sempre apostaram numa única coisa: criar um ambiente de tensão e ruptura que induzisse a coligação a entrar em pânico e a desfazer-se. Os acontecimentos de Julho deixaram uma enorme dúvida, sempre alimentada pelo comércio de recados do jornalismo: pode o país confiar nesta maioria para assegurar estabilidade política, ou não?» (Observador). Não pode, Rui, acredite. Eu estava lá em Julho de 2013. E fiquei esclarecido.
1 comentário:
Caríssimo João, se Passos Coelho é uma alforreca, então é uma caravela portuguesa, pois ontem teve mais uma gloriosa vitória intestina: derrotou Paulo Rangel e deu ainda outro abraço de urso ao Paulinho-das-feiras.
E será sempre assim até às próximas legislativas: de vitória em vitória até à derrota final.
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