No meio dos barulhos emitidos por gente de que andávamos esquecidos, democraticamente esquecidos, desde Junho de 2011, e das ameaças veladas aos suspeitos do costume (os trabalhadores do Estado por causa do T. Constitucional) por parte dos senhores PM e vice PM, apareceu uma coisa interessante. Enquanto o dr. Costa, os autores e os difusores dos referidos barulhos esperavam, ansiosos, pela cabeça de Seguro pendurada num pelourinho do Vimeiro, este - como lhe competia pelo menos por respeito pelo milhão e tal de nativos que votaram no PS há uma semana - passou ao ataque. Não tanto ao ataque a estes barulhos mas passando por cima deles ao falar directamente para o país e para o "sistema político". Alargar a base eleitoral e a legitimidade dos dirigentes partidários candidatos a cargos institucionais nacionais para lá dos respectivos "aparelhos", reduzir finalmente o número de deputados e criar círculos uninominais; a par com nacionais, são ideias políticas de elementar bom senso. Boas até para a "direita" as aproveitar.
Adenda: Costa, para bem dele, devia recomendar aos seus mais destacados apoiantes que se fizessem de mortos. Aparecer ao país rodeado de mortos-vivos era o pior que lhe podia acontecer.
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