Pode não se concordar com ele - é o meu caso - mas a inocuidade não é o forte deste militante socialista que Sócrates roubou ao "alegrismo" para fazer dele uma peça essencial dos seus seis anos de regime. Sabe-a toda.
«Somos poucos mas vale a pena construir cidades e morrer de pé.» Ruy Cinatti joaogoncalv@gmail.com
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21.1.12
31.12.11
«NÃO FALARIAM DE ENSINO DURANTE UMA DÉCADA»
«Por que é que os milhões gastos na Educação mais avançada do mundo, com toda a panóplia de computadores e quadros interactivos, não fizeram o PIB crescer na última década? e 2 - Por que é que a distribuição maciça de diplomas o enorme aumento dos níveis de qualificação alcançado durante o Governo de Sócrates, e que maravilharam milhares de portugueses, não fizeram a economia avançar um cêntimo?»
David Levy, Lisboa ~Tel Aviv
David Levy, Lisboa ~Tel Aviv
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20.12.11
15.12.11
7.12.11
UMA TRAGICOMÉDIA

«Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei.» Como diria Shakespeare, eis o mais recente herói da esquerda moderna portuguesa (e ícone de seis anos de PS no poder), qual Iago com o pé em cima do peito de Otello. Na "realidade", Portugal faz de Otello na iluminada cabeça da criatura. Seria cómico se não fosse trágico.
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1.12.11
A TRALHA

«O PS andou aos ziguezagues quanto ao voto no Orçamento do Estado e lá chegou à abstenção com a contestação de uns quantos deputados que representam a herança de Sócrates na bancada. Queriam que o PS votasse contra porque acham o OE mau mas, sobretudo, para se demarcarem da actual liderança. A ‘jogada’ não tem mal nenhum. O que é mau é que simbolizem o prolongamento do ciclo mais lamentável que o PS teve desde sempre. Que representem com total impunidade a execrável herança deixada no País e no PS. Que sejam a face do puro amiguismo como forma de fazer política. E que Seguro não consiga despachá-los para junto do querido líder, no seu exílio do bem-bom parisiense.»
Eduardo Dâmaso, CM
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30.11.11
A CALAMIDADE DE AMADO
O dr. Amado, MNE de Sócrates, disse ontem no Porto que o país vive qualquer coisa comparável a um verdadeiro estado de calamidade nacional. O dr. Amado - que chegou a deslumbrar alguma "direita" durante breves dias pese embora os seis anos de presença consecutiva no anterior consulado - deve saber do que fala.
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14.11.11
O CASO CAMPOS
Ao passar pela RTP Informação, deparo com Manuel Maria Carrilho a falar de responsabilidade a propósito do deputado do seu partido, Paulo Campos, como se todas as pessoas soubessem o que significa assumi-la. Dá ideia que Campos rasurou o passado recente, retirando-se dele, e que aterrou no parlamento vindo directamente de Marte num imaginário tgv voador. Um caso a seguir.
Adenda: E depois há isto.
Adenda: E depois há isto.
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12.11.11
O EXPERIENTE BASÍLIO
Contaram-me outro dia que, numa comissão parlamentar, o deputado Basílio Horta se terá referido ao partido por que é deputado por "o nosso PS". E não se riu. Basílio é uma figura truculenta que a "cota Sócrates" impingiu a Leiria como cabeça de lista. Basílio conviveu várias vezes com o PS. Foi, até, membro de governos do PS e com o PS pela "cota CDS". Só em 1991 decidiu aborreceu-se na televisão com o recandidato presidencial Mário Soares e atirou-lhe, delicadamente, com o epíteto de "padrinho". Agora ornamenta as primeiras filas da bancada parlamentar do PS ao lado de dois ou três novatos que andam a estagiar para Basílio quando e se crescerem. Teve direito a intervenções "de fundo" e a insultar um membro do governo à conta da sua "vasta experiência". Tanta como a pudicícia política que não tem.
3.11.11
INTEGRIDADE E RESPONSABILIDADE
«A prolongada negação da crise e das suas consequências, em 2008, e a total desvalorização do endividamento do País e dos seus efeitos, em 2009 e 2010, fizeram o País perder tempo precioso. Foram erros nacionais, que a crise internacional não explica. E os portugueses não esquecerão tão cedo estas opções - nem o líder que as tomou, nem o Partido em nome do qual governava. Não há como contornar ou relativizar esta questão. Ela exige um sério exame de consciência e uma tão humilde como clara assunção de responsabilidades perante o País. Como já dizia Montaigne, a integridade é a capacidade de se assumir a responsabilidade pelos actos. E a responsabilidade, por sua vez, é o vínculo que liga a nossa palavra e os nossos actos, bem como as nossas opções e as suas consequências. Sem responsabilidade não há integridade e, sem esta, a credibilidade esfuma-se. Sabe-se bem que não há futuro para quem foge do seu passado. E que o ressentimento tanto bloqueia a lucidez como distorce a ética. Mais do que apontar o dedo a quem quer que seja, para dentro ou para fora (deixemos isso para a História), o que é hoje vital para o PS é um gesto de desassombrada integridade política e ética, que abra caminho a uma (certamente longa e difícil) reconquista da credibilidade perdida. Sem este gesto, o PS continuará indefinidamente na posição em que o deixaram: encurralado. Para começar um "novo ciclo", é preciso fechar o anterior. O que os portugueses exigem, mais do que o milagroso aparecimento de um "novo PS", é simplesmente isto: um PS responsável. E a votação do Orçamento é (pense-se o que se pensar deste Orçamento) o momento ideal para fazer esse gesto, que só pode ser o da abstenção.»
M. M. Carrilho, DN
26.10.11
HIPER-SOCRATISMO DE PACOTILHA
«Num país que tinha uma taxa de desemprego de 4% à entrada do novo milénio e passados 11 anos, 8 dos quais com governação do partido pelo qual o senhor Basílio "homem às direitas" Horta foi eleito deputado, essa mesma taxa já vai nos 12,3%, atirar para cima de Santos Pereira o rótulo de "ministro do desemprego" é do domínio do ridículo. Antes disso, no mínimo, era preciso identificar todos os ministros do desemprego que o antecederam. Mas a falta de seriedade da bicharada a que o PS está entregue dá para tudo.»
Os Comediantes (sem ironia uma vez que o maior parece ser o retratado)
Os Comediantes (sem ironia uma vez que o maior parece ser o retratado)
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7.10.11
SEGURO E O VAZIO
António José Seguro aparentemente não tem mão na oposição interna. Queixa-se, aliás, abundantemente dela. Mas é ela quem continua a falar como se nada tivesse mudado no país e no PS entre Junho e Outubro do corrente ano. Por exemplo, a antena1 (RTP) anunciou uma entrevista com Silva Pereira - o braços direito e esquerdo do ex-1º ministro e antigo secretário-geral do PS e seu mais perfeito clone -, conduzida por Maria Flor Pedroso, que teve lugar esta sexta-feira. Sabemos mais dos amuos de Francisco Assis do que das "ideias" da nova direcção do PS para o país. E no parlamento continuamos a ouvir muitos daqueles que a "quota" Sócrates de 2009/2011 incluiu entre pessoas amplamente estimáveis. Se Seguro se queixa, deve começar por se queixar dele próprio. Há um momento em que é preciso mostrar quem manda. Por causa daquela coisa que a política tem do horror ao vazio e que criaturas como Pereira, com complacências várias, conhecem perfeitamente.
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24.9.11
PORQUÊ?
«O Partido Socialista votou isolado na AR contra a iniciativa de criminalizar o enriquecimento ilícito dos titulares de cargos públicos. Porquê?»
Lourdes Féria, With Bubbles
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16.9.11
A PESADÍSSIMA CARGA
«O congresso do PS e a intervenção na Assembleia da República de quinta-feira passada mostraram o verdadeiro Seguro. Um homem que repete de cor uma cartilha programática obsoleta; que não pára de garantir a unidade de um partido que ninguém pensa em dividir; que berra e estica o dedo para se fazer importante; e que não convence o mais plástico português. Claro que Seguro (e seu PS) se dispensaram de abrir a boca sobre o consulado de Sócrates, que os compromete pessoal e colectivamente. Mas não compreenderam que, se não se aliviarem dessa pesadíssima carga, só lhes fica o vácuo.»
Vasco Pulido Valente, Público
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10.9.11
POBRE DR. FERRO
O dr. Ferro Rodrigues - que enquanto foi embaixador de Portugal na OCDE esteve respeitosamente calado em Paris mesmo quando quem o nomeou cometia as maiores tropelias, até contra outro seu colega embaixador e de partido - é agora vice-presidente do Parlamento e anda a fazer prova de vida no talkshow de Braga. Todavia dá ideia que pouco se lucrou com o seu regresso ao jazigo de família. Ao afirmar que a Alemanha quer expulsar-nos do euro, o dr. Ferro dá sinais de uma enorme irresponsabilidade política. E logo no dia em que a Alemanha diz o que diz a nosso respeito. Pobre dr. Ferro. Se Sampaio não o compreendeu, como é que o País o há-de compreender?
Adenda: Quanto ao peregrino Assis - um "socrático" de todos e dos últimos dias em especial, cuja "lista" para não sei quê é uma espécie de Madame Tussauds do dito "socratismo" -, está tudo razoavelmente resumido aqui.
Adenda: Quanto ao peregrino Assis - um "socrático" de todos e dos últimos dias em especial, cuja "lista" para não sei quê é uma espécie de Madame Tussauds do dito "socratismo" -, está tudo razoavelmente resumido aqui.
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A NOVA BOAZINHA
Um "retrato", escrito (julgo) a partir de Moçambique, da nova responsável pela "magistratura moral" do PS.
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O TALKSHOW DE BRAGA

O congresso do PS teria porventura um átomo de interesse para o País se algum dos que, pelo silêncio cúmplice ou pela adesão entusiástica, mantiveram o partido refém da nomenclatura que reinou até 5 de Junho, se explicasse. Agora é fácil exibir "músculo" contra a Madeira, por exemplo, quando, no "continente", se chegou onde chegou em virtude da teimosia obsessiva daquela nomenclatura. Sobem ao púlpito para exprimir a sua "indignação" com a "direita" muitos dos que, ainda há escassos meses, aplaudiam histericamente o unaninismo acéfalo do partido. Andam nos corredores e a derramar para as televisões outros tantos que teriam a obrigação moral e política de ir lá dentro explicar corajosamente o que custou ao partido e ao País a cobardia e a mistificação apascentada pelos primeiros. Sócrates pelos vistos nunca existiu mas Portugal tem mais que fazer. Dispensa este talkshow contentinho e ensimesmado.
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9.9.11
O PRIMEIRO CONGRESSO
Começa hoje, em Braga, o primeiro congresso do PS após o interregno "kim-il-socrático". Só posso desejar que a referida agremiação não transforme o evento em mais uma sessão albanesa e que regresse rapidamente à "normalidade" democrática. Ganha o PS e ganha o país.
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6.9.11
O DINHEIRO APARECE SEMPRE?

Paulo Portas foi ao Funchal encerrar as jornadas parlamentares do CDS/PP. Falou da Região Autónoma para o país. E falou bem. «Não foi o FMI, não foi o BCE, não foi a Comissão Europeia que pediram para emprestar dinheiro a Portugal, foi Portugal que cometeu demasiados erros quanto à despesa e quanto à dívida que teve de pedir dinheiro para poder não ser declarado insolvente em Junho passado.» Entre esses erros está justamente o despesismo desenfreado à conta do famoso princípio enunciado pelo dr. Soares, no Porto, aquando da sua malograda terceira tentativa presidencial em 2006: "o dinheiro aparece sempre". Apareceu, de facto, durante os últimos quinze anos porque os socialistas - até nas suas formas de vida inteligente - vivem na ilusão de que ele aparece sempre: no Estado, nas empresas públicas, nos equipamentos culturais, nos "eventos", nos estádios, nos institutos, nas autarquias, nas Regiões Autónomas, na televisão. Sucede que não é bem assim e, amargamente, é essa factura que está agora a ser paga. O dinheiro deixou de aparecer.
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