
É mais ou menos isto. Um imenso desencanto burocrático e autoritário. Dito de outra forma por M. M. Carrilho: «se queremos que os cidadãos europeus troquem a nostalgia e o medo por uma renovada confiança no seu futuro, é vital desenvolver uma estratégia europeia verdadeiramente colectiva que, apoiada numa reforçada legitimidade política, aposte a sério na harmonização fiscal, na convergência social e numa política económica capaz de transformar a actual Europa dos consumidores numa nova Europa da criação e da produção.»
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