10.5.13

Bom senso


 


«Em Florença, o novo ministro adjunto do primeiro-ministro defendeu que “o processo de ajustamento económico e financeiro que é necessário deve envolver toda a Europa e os seus custos não podem concentrar-se em excesso em certo Estados, sob pena de se tornar social e politicamente insustentável” (...) A democracia é exigida para legitimar os poderes mais fortes que a União Europeia tem adquirido, mas isto também exige um contrato social mais alargado que garanta uma distribuição mais justa dos custos e benefícios da integração” (...) Nas palavras que leu em Florença, Poiares Maduro, recém-chegado ao governo, começa por dizer que a integração europeia levou a uma interdependência que afecta a “capacidade de autogoverno das democracias nacionais” nomeadamente em termos fiscais (limitado pela concorrência fiscal a nível europeu) e orçamentais. Por isso é preciso que os Estados tenham em consideração que “políticas fiscais e orçamentais erradas de um Estado produzem importantes externalidades negativas noutros Estados”


 


Jornal i

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