
Estou com o Medeiros. «Retomo à minha maneira, sempre que muda a hora, aquele verso de Ruy Belo «Espero pelo verão como por uma nova vida». Embora hoje a chuva não tenha permitido celebrar a mudança. Talvez amanhã [hoje] ao fim da tarde.» Na actividade pedestre, as coisas entretanto não prometem "nova vida". Segundo um velho cliché da política, os nossos inimigos estão ao nosso lado e os nossos adversários estão à nossa frente. Por consequência, os que estão à nossa frente apresentam moções de censura. E aos inimigos do lado deve apresentar-se moções de censura ética. E, a seguir, um pano encharcado na cara. "Espero pelo verão".
1 comentário:
Um Verão quente, portanto.
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