15.10.14

Da acção comunicacional

Transcrevo aqui, há anos, crónicas e excertos de crónicas de Manuel Maria Carrilho de quem, aliás, sou amigo. Mas já o lia e citava antes de nos tornarmos amigos não vá o filistinismo sempre de serviço ficar incomodado. Nos últimos tempos, Carrilho escrevia no Diário de Notícias mas, segundo afirmou o director do jornal a uma revista, vai deixar de escrever. “Não é o único que deixa de escrever para nós. Ao todo, são cinco, incluindo Celeste Cardona e Baptista Bastos. Não há um motivo especifico, há um motivo geral: quando entra uma direcção nova, tenta-se refrescar a imagem”, declarou André Macedo. Vamos aguardar o resultado deste "refrescamento" em todo o seu esplendor: quem sai, quem fica e quem entra. Todavia faço votos que o Senhor Director poupe, nos dois últimos casos, os putativos leitores a meras redacções das antigas segunda e terceira classes ou a alguidares de baba.

3 comentários:

Anónimo disse...

O josé é que o topou:


http://portadaloja.blogspot.pt/2014/09/a-sociedade-aberta-e-os-seus-inimigos.html

fado alexandrino disse...

A defenestração de Bastos e Cardona foi um acto de higiene ainda que por motivos diferentes que de óbvios não vale a pena explicar.
Carrilho é de outro gabarito mas por isso mesmo está deslocado numa folha de alface onde, aposto, 95% passavam de página à procura da "bola".
Os "críticos" de televisão fazem suspirar pelo Castrim.
Mário Soares assina redacções que deviam envergonhar a família, não ele que já ultrapassou esse limite.
Ferreira Fernandes um caso extremo de cabotinismo.
Sobre a Câncio nada a dizer, ela aliás não deixa dizer nada.
Como se vê, foi apenas um espanador quando era preciso uma vassoura como aquela do filme do Disney, "Fantasia".

Costa disse...

Mas "perspetivismo". "Perspetivismo"?


Costa