«É evidente que, assumindo como pressuposto a manutenção da carga tributária – num cenário à economista, em que tudo o resto se mantém constante –, obviamente que se há desagravamento do ambiente fiscal para as famílias com dependentes, há um agravamento necessariamente relativo [para] as que não têm dependentes. É tão óbvio… Não percebo como é que se possa mascarar uma coisa destas.» A conversa é do presidente para a auto-denominada "reforma do IRS", menos de 24 horas depois de o governo, ao "mais alto nível", ter garantido uma "espécie de cláusula de salvaguarda" para evitar que a alegada "reforma" fosse mais discriminatória do que é. Para citar o senhor, de constituir uma pura "salganhada" é que ela já não se livra.
1 comentário:
É uma vergonha! A situação é tão grave que nada mais me resta do que deixar aqui um peidinho.
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