
Nos Açores, o primeiro-ministro fez um "balanço positivo" destes três anos de coligação e de governo. Acrescentou estar muito contente com o orçamento de 2015 porque respeita as "exigências europeias". Se melhora, mantém ou piora a vida das pessoas - das pessoas, em geral, e não de grupinhos de pessoas em particular -, nem uma palavra. O dr. Passos não se perde com minudências desde que as contas batam certo em Bruxelas. Parece que na sua simplificada cabeça nada mais há para fazer para além da mercearia e da intendência. Ou, na má hipótese ensaiada nos Açores e confirmada pelo neo-betoneiro Portas no México, há: passar um ano improvável em auto-elogios e em balanços matemáticos. Do outro lado, o dr. Costa inexiste, como em Lisboa, e faz paradoxalmente dessa inexistência a "razão" de ser do seu sucesso involuntário. Deve estar "aconselhado" a fazer e a dizer o que fez e disse durante a campanha interna até haver eleições a sério: nada. Mas quem dá o que tem a mais não é obrigado.
4 comentários:
Mientras en España los hay con cojones.
O Diogo tem a memória muito curta.
O que disse para Passos Coelho sobre administração danosa aplica-se integralmente ao seu antecessor, Sócrates e restante pandilha.
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