
A PT, outrora "a" galáxia no firmamento do "sucesso" da pátria (agora é uma praga chamada "turistas"), foi até ao Brasil, pela mão do eng. Bava, fazer o negócio da vida dela (e dele). O descalabro do BES, um protagonista fundamental na dita história de "sucesso" da PT, arrastou a operadora para a humilhação por parte do seu parceiro tropical, uma coisa que dá pelo encantador nome de "Oi". Bava recebeu 5,4 milhões e veio embora para reaparecer na Universidade da Beira Interior onde lhe outorgaram uma lauda honoris causa. Fora dos muros académicos, a PT derrete-se um bocadinho mais a cada dia que passa embora o novo doutor lhe assevere venturas. Bava limitou-se a aceitar o que lhe deram. Vale o que vale. Em certo sentido, o exercício revela mais a academia lusitana do que o homenageado propriamente dito. Um país que não sabe dar-se ao respeito, como é que espera merecer algum?
9 comentários:
Surreal. Tem toda a razão João. Isto às vezes parece uma nave de loucos.
Para o país descer abaixo do nível da fossa só falta o Sócrates ser Procurador-geral da República.
Incrível. É para psiquiatra mesmo ...3e582ab
A PT não foi ao Brasil pela mão de Bava, foi sim pela de Murteira Nabo (nunca um nome foi tão apropriado) que pagou o triplo do que o segundo concorrente oferecia por uma coisinha qualquer lá nos mesmos "Brasis".
Qual o senhor que se segue?
O Salgado, o Duarte Lima, o Isaltino?
Não restam dívidas que as palavras ética, honestidade e seriedade já não valem o que valiam.
Adorei!
Acho justíssimo este doutoramento "Honoris Causa" a Bava. E porquê ?
Na minha modesta opinião, um indivíduo que consegue destruir uma empresa das mais conceituadas existentes em Portugal, e ainda consegue usufruir de um prémio de mais de 5 milhões de euros, merece bem a homenagem que lhe prestaram!!!
E se a idiotice e hipocrisia de algumas pessoas fosse medida pelos actos que praticam, aqueles que o premiaram, mereciam ser afastados dos cargos que ocupam.
Cada vez são mais frequentes as ocasiões em que me envergonho de ser portuguesa. E os nossos supremos líderes parecem desejosos de entregar cada vez mais poderes à cacicagem regional, universitária ou não. Lembro que a regionalização foi chumbada em referendo nacional, mas que, subrepticiamente, os pequenos (em todos os sentidos) poderes locais, vão recebendo atribuições que podem ir do tratamento de lixos a questões pedagógicas.
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