16.6.14

Grandeza teutónica


 


Wagner: Die Walküre, Bayreuth 1992. Daniel Barenboim.

3 comentários:

xico disse...

Nas portas de Brandenburgo e no Tiergarten expôs-se a mesma boçalidade e ruído alarve que no parque Eduardo VII. Não é por causa de Wagner que os adeptos de futebol alemães são mais civilizados que os adeptos portugueses. Há tanta boçalidade nos  festejos de vitórias futebolísticas dos outros com Wagner como há nos festejos das nossas vitórias com Quim Barreiros.
Depois, lembre-se que há tanto de grandeza nos teutões como há de miséria moral.
Ficou-lhe mal o post, porque também gosto muito de Wagner. Desculpe-me a siinceridade com que escrevo este comentário, mas é que o seu post contradiz o que escreveu anteriormente.

fado alexandriuno disse...

LOl(ada).
Mas acho que foi mais um A Midsummer Five O'clock Dream, isto para o caso de ter ligado qualquer televisão para o noticiário das 20:00.

João Gonçalves disse...

Caríssimos, não há qualquer relação entre o Wagner que, sobretudo, com A Valquíria e a Tetralogia, em geral, é um tema recorrente neste blogue há onze anos e os vossos comentários. Seria, aliás, inverosímil misturar o compositor com outras coisas sem a menor relevância cósmica ao contrário dele. E não vi televisão a não ser após a meia-noite: filmes. Cpts.