Como Eduardo Cintra Torres escreveu apropriadamente no Correio da Manhã, Seguro sofre do "pecado original" de não ter um programa de televisão. Nem tão pouco de dispor de uma "tribuna", ou duas ou três, em jornais onde terceiros debitem artigos bonitinhos que ele pudesse rever e a que apenas emprestasse o seu rosto e assinatura. Depois, sendo do "sistema PS", Seguro nunca foi propriamente do "sistema geral" ou, pelo menos, aceite dentro dele. Basta atentar no que a vociferante matilha do espectáculo (para usar a sempre feliz expressão de Sloterdijk) anda a dizer e a escrever há uma semana. Costa praticamente não precisa abrir a boca (essa é uma das razões "mitológicas" do seu sucesso) porque é precedido de uma auréola comunicacional e classista alimentada por fontes distintas do "sistema" e do "meio" que, como se costuma dizer, o viu nascer: ele é um dos "nossos", murmura a matilha conspícua. Parece Macbeth diante das bruxas barbudas quando estas lhe vaticinaram um destino "real". Oxalá não acabe como ele.
2 comentários:
Hoje, graças ao Blasfémias, fiquei feliz.
Afinal o ridículo não mata.
Queira comprovar aqui
http://antonio.blogs.sapo.pt/ (http://antonio.blogs.sapo.pt/)
Eu só queria que o Costa, uma vez PM, alargasse a todos nós o benefício fiscal de 2,5% do IRS que ele dá aos residentes em Lisboa. Isso é que era!
http://economiafinancas.com/2013/lista-de-municipios-que-devolverao-irs-em-2014-rendimentos-de-2013/
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