Estas declarações do 1º vice presidente do PSD demonstram, afinal, que não houve nenhum "1640" ou qualquer "libertação" a 17 de Maio. Apesar do foguetório lançado na altura sobretudo pelos representantes do pequeno (depois do último domingo, pequenino) partido da coligação, Marco António Costa, a pretexto das recentes decisões do Tribunal Constitucional, falou em 16 de Junho para criticar o "timing" do acórdão. Porquê? Porque o 17 de Maio nunca existiu a não ser no "relógio do Caldas". Isto é, o FMI ainda não "fechou" a derradeira avaliação do "programa de ajustamento". Mais depressa se apanha um relojoeiro falso do que um coxo.
2 comentários:
"o país precisa no momento em que tantas instituições contribuem para a instabilidade política do país". Este badameco é irresponsável.
Ouvir falar em Caldas ainda torna mais suspeito o jovem de camisa verde...
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