Para quem já assistiu, ou conhece da história, há um "ambiente" político toldado que "cheira" - apesar do combate larvar entre insossos e da irritação parlamentar do chefe da parte pequenina deles - ao fim de qualquer coisa. Mas, como diz a nossa Agustina ("parafraseada" ironicamente nos últimos textos do FMI sobre o Portugalório), o fim é sempre o princípio feliz de qualquer coisa.
2 comentários:
Esse fedor ao fim de qualquer coisa leva já três ou quatro séculos. É preciso começar qualquer coisa economicamente mais ambiciosa. Mais trabalho, menos insídia.
O fim " disto " será o princípio de mais uma ronda PS na administração da coisa. Não me parece algo de muito feliz...
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