O acordo de concertação social de 2012 - que incluía a UGT - deu lugar a outra coisa, "estatutária" e unilateral, que manipula os despedimentos a partir de uma hierarquia de "critérios" que se resumem a uma, agora sim, "mudança de paradigma". A social-democracia, representada em 2012 pelo menos por Álvaro Santos Pereira e João Proença, cedeu o seu lugar, na economia, no emprego e na concertação social, a uma outra coisa que nem sequer chega a ser democrata-cristã. O PSD sai derrotado politicamente deste processo que não mereceu a concordância dos "parceiros sociais". Pelo menos o PSD que ainda é social-democrata e que não teme os "trabalhadores".
1 comentário:
Outra idiotice. Para dividir o país já existia a "esquerda". Confirma-se assim, e mais uma vez, que temos uma "direita amiga". No entanto, não quero e não posso atirar pedras. Remeto pois para a entrevista do Ramalho Eanes de 16 de Julho de 2013.
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