
Dominique Strauss-Kahn, cuja cabeça que se soergue acima dos ombros é considerada particularmente brilhante, já mal pode sair à rua e, muito menos, falar do que sabe em locais "selectos" como universidades ou o parlamento europeu onde uma cretina qualquer sugeriu que o homem pretendia "refazer a sua virgindade". O mundo foi subitamente varrido pela castidade mental - um "estado fascista da mente", nas palavras de Christopher Bollas citado hoje pelo Esteves Cardoso no Público - que é coisa bem mais sinistra que a outra. A "correcção", perdoem-me o plebeísmo, até já o sexo conseguiu fornicar.
3 comentários:
Como tu, eu sou dos que se espanta com essa pudibundice correcta a histerizar media, faculdades e opinião.
Deus meu, tantas "primeiras pedras".
A progressiva imposição do "sexualmente correcto", desejada geralmente por pessoas que padecem de profundas frustrações sexuais, está a empurrar as civilizações que perfilham tal regra para um estado de caos mental e físico donde dificilmente conseguirão sair.
É claro que existem razões inconfessáveis para sustentar posições tão retrógradas, mas a defesa destas teses resulta também, muitas vezes, do puro e simples delírio de cidadãos mergulhados em profunda anomia.
Não falem do que não sabem. O homem é um maníaco sexual, que precisa de tratamento psiquiátrico.
Sim senhora, é um homem competentíssimo na sua área, mas é alguém que não é capaz de se controlar. E quem não se sabe controlar não deve ter cargos de grande responsabilidade. Não é uma questão de puritanismo, mas de estar à altura dos cargos que desempenha.
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