A partir de hoje, a edp apenas depende do Estado em acções de categoria B que configuram 4,14% do capital social da empresa e respectivos direitos de voto. Durante anos a edp foi uma empresa do regime. Levará ainda algum tempo até que seja devidamente percepcionado que isso deixou de acontecer e, bem mais importante, que em ambiente de mercado energético liberalizado, os consumidores (pessoas colectivas, indivíduos e famílias) podem optar por outras alternativas. Esperemos que estas alternativas sejam tão "agressivas" como a edp conseguiu ser, anos a fio, com a complacência geral. É, por assim dizer, um desejo genuinamente republicano.
2 comentários:
"Esperemos que estas alternativas sejam tão "agressivas" como a edp ..."
Agressivas em relação a quê e quem?
À "geração" de dividendos á custa dos nosso bolsos e necessidades?
"Durante anos a edp foi uma empresa do regime". Do nosso regime. Agora é de outro.
http://www.expansion.com/2012/05/15/economia/1337071677.html
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