Nos telejornais da hora do almoço, os primeiros minutos da RTP e da SIC foram passados no Jamor a revelar as "interessantes" observações daqueles que, com horas de avanço, já pastam no arvoredo circundante. A TVI preferiu fazer serviço público - que eu saiba as idiossincrasias dos espectadores da bola apenas importam à família deles - com este trabalho do Carlos Enes. Mas, na realidade, mais milhão menos milhão que importância tem num país "rico" em originalidades como porcos com óculos escuros em torno do belo estádio construído pelo Estado Novo?
4 comentários:
Carlos Enes , tal como o editor de economia da SIC, faz de muitos outros jornalistas uns bonequinhos de barro cinzento, feitos receptadores e intérpretes dos escritos da Lusa. Este jornalismo só se faz de pá, sachola e coragem.
Acusavam o "fascismo" de alienar o povo com a exploração que fazia do futebol para efeitos politicos. Algum aproveitamento existia, mas comparando com o aproveitamento que a "democracia" faz do fenómeno, pode dizer-se que em matéria de alienação futebolizante do povo os "fascistas" eram autenticos meninos de coro.
Nunca, na "Longa Noite Fascista", o futebol foi impingido ao povo nas doses cavalares em que é impingido na radiosa "democracia".
Eu sei que o caso não é para isso, mas fartei-me de rir com o fantástico título do post.
Quanto ao conteúdo: subscrevo inteiramente.
Carlos Enes é um bom jornalista, da escola Moura Guedes. O problema é que raramente o deixam piar, perde-se um bom jornalista de investigação pelo parco uso.
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