25.3.15

Por uma nova república


As presidenciais de 2016 podem ter mais interessse que as legislativas outonais de 2015. A Portugal convém alguém que assegure a liderança institucional  e não meramente ornamental do PR. Não afirmo nada de novo: os Reformadores, em 1979, já o tinham defendido. Candidatos que venham para o palco perpetuar uma leitura bocejante e parlamentarista do sistema não servem o futuro. Um país em transe precisa de outra exigência, de outro desígnio e não de estimáveis figuras mais ou menos mediáticas, mais ou menos reféns dos "donos" dos respectivos partidos e do regime. Em suma, necessita de uma Nova República.

6 comentários:

Anónimo disse...

Os que já estavam bem podem arrumar as botas porque este vai ganhar.

fado alexandrino disse...

Sem o apoio declarado de um partido nem que seja por omissão, será completamente trucidado.
Sem televisão e sem jornais, só vai ficar conhecido entre os amigos.
Basta ver a importância que foi dada à cavaqueira ontem no Padrão.
É pena, mas é assim que isto funciona por cá.

João Gonçalves disse...

Por acaso estive naquilo que apelida de "cavaqueira". E, sim, não houve nem leitões da Bairrada para distribuir, nem docinhos dos Açores, nem tão pouco amostras de donas constanças tagarelas ou silenciosas. Mas pode ficar descansado que, quando os donos mandarem, eles vão aparecer e o meu amigo, no seu sofá teveisivo, já tem com que se entreter. Porque também há-de meter bola, evidentemente.

fado alexandrino disse...

Muito obrigado.
Falando de bola isto parece-me um campeonato nacional onde uma equipa comece a jogar sozinha em Junho quando o campeonato se inicia em Setembro.
De momento interessa-me mais o jogo para apurar quem desce de divisão.
Está muito interessante todos os dias vemos uma das claques de apoio exceder-se.
Ontem ou anteontem uma senhora declarou que um dos jogadores "faleceu".
Aguardo ansiosamente os novos capítulos, sentado obviamente no sofá.
Só irei a comícios quando os croquetes foram bons e em boa quantidade.

Vasco disse...

Gostei de ver o site escrito em Português correcto. Se for para abolir o AO darei o meu voto a HN.

R. disse...

Concordo. Mas uma nova república não pode usar o acordo ortográfico - por si mesmo e pelo que a sua imposição representa de desprezo pela vontade dos portugueses e pela cultura portuguesa.