
«Levo a sério a ideia de um candidato a Presidente da República apresentar-se ao eleitorado de forma independente, de acordo com a sua consciência (...). Revejo-me na Presidência do general Ramalho Eanes. Devido a uma atitude fortemente ética, muito pensada para o país (...). Desafiarei os partidos a pronunciarem-se antes das eleições legislativas. Acho desejável que, após as legislativas, haja alguma forma de cooperação institucional entre os partidos políticos portugueses - pode ser uma coligação, pode ser um acordo de incidência parlamentar, pode ser aquilo que quiserem. E considero que é mais fácil obter isto existindo um documento feito por uma entidade independente como o candidato a Presidente da República, sobre o qual se podem pronunciar.»
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