Para quem é "remediado" e, por consequência, não pode isolar-se em piscinas, praias, pradarias e coisas semelhantes em regime estival de apartheid, a convivência com três ou quatro pragas é inevitável. Criancinhas que andam pelo seu próprio pé ou que são transportadas em autênticos autocarros vulgo carrinhos de bebés, jogos de bolas de diversas dimensões, adultos a falar alto uns com os outros e ainda mais alto com as criancinhas raramente em número nunca inferior a duas, carros que circulam em vias pacatas como se andassem numa autoestrada, etc., etc. A estas pragas, por assim dizer, da "loucura normal" do "bom povo português", juntam-se este verão outras duas: o BES e o dr. Costa. O dr. Bento já deve estar arrependido de ter pegado naquilo. E estamos a falar do antigo conceito de "boas famílias". Imagine-se se não fossem. Presumivelmente o tema ainda acabará por passar pela Carregueira. Por sua vez o dr. Costa anda para aí a debitar banalidades atrás de banalidades que parecem tiradas da redacção sobre a vaca que ele escreveu na 3ª classe (isto para lhe dar alguma margem de literacia). Se é com a descrição pueril da vaca que o homem pretende vir a pastorear a pátria, estamos servidos. Para o efeito, aliás, já temos o croupier dr. Passos, a sua monomania anti-trabalhadores do Estado e pensionistas e a "pipa de massa" que o fatal Barroso lhe depôs ontem nos braços diante de uma mini plateia de basbaques. As vespas ao pé destas pragas de verão são verdadeiros animais de trazer por casa.
Adenda: Falta só mencionar os nossos gloriosos MCS. Posso não gostar politicamente de Sócrates mas dou-lhe razão. Uma canalhice é uma canalhice. Não adianta adocicar.
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