Há muito tempo que não concordava com Passos Coelho. Mas desta vez o improviso saiu bem. «Não devemos procurar consensos artificiais, não se pode forçar os partidos a pensar todos da mesma maneira e a defender todos as mesmas coisas. Mas há matérias que são tão importantes para o país, no seu todo, que os partidos e as forças sociais têm de manter uma grande abertura e disponibilidade para se poderem entender sobre as questões mais importantes.»
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