Da entrevista do dr. António Costa ao Público, retive duas "ideias". Uma, auto-define-o adequadamente como um dos mais duráveis e persistentes "donos" do regime: «devo ser das pessoas que há mais anos consecutivos exerço funções executivas», passe o mau português original. Então vem agora para "mobiilizar" e "mudar" o quê? O chefe do PS? O presidente da CML? A outra, que reforça a primeira, tem a ver com outro partido. Segundo Costa, «se o PSD tiver uma nova direcção, isso é um contributo político da maior importância para a vida democrática». Resumindo, Costa não faz a coisa por menos. Quer, na verdade, ser o novo "dono disto tudo". Força.
1 comentário:
Ao ouvir falar o circunstante nas televisões e porque tinha a ideia de que a Faculdade de Direito,entre muitas outras coisas,ensinava,também,muito latim,interrogava-me ou admirava-me quando o ouvia pronunciar frases como a que apontou.Mas,ao mesmo tempo,porque ninguém reclamava,convencia-me,melhor,deixava-me convencer de que eu é que era lo burro.
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