
Marcelo comentou a chamada "moção de estratégia" do dr. Passos na parte que alegadamente lhe diz respeito, as próximas eleições presidenciais. E considerou que Passos "considera" a sua putativa candidatura "indesejável". Pelo caminho, e fazendo uso de uma acta da reunião da direcção do PSD na qual ninguém se opôs à trapaça do referendo, acabou por sugerir que o mesmo dr. Passos e a verdade podem nem sempre coincidir: nessa unanimidade estava, à cabeça, o presidente do partido. E ainda teve tempo para questões de má educação. Passos podia ter-lhe telefonado a comunicar que não o queria em vez de permitir que o "recado" fosse passado aos jornais, como sugeriu, sorridente, o visado. Marcelo descreveu o cenário da moção de Passos no condicional. Ora Passos não conhece a conjugação condicional "se". E o país terá a infelicidade de constatar, depois do mítico "17 de Maio", que nada de substancial mudará na vida difícil das pessoas. Não há paraísos artificiais a não ser na literatura. E Marcelo não é pessoa que convenha ter-se por inimigo. Decerto que, na sua loquacidade semanal, jamais se esquecerá do qualificativo "passista", o "indesejado".
1 comentário:
E acaso era necessária uma qualquer moção ou pedaço de letras para considerar o catavento indejável a qualquer cargo que exija, pelo menos, dois pontos de prudência!!?
E já agora, o tal Passos teria, por dever de consideração e educação, de ligar a todas as catatuas e cataventos que militam por lá!!
Vmcê atira à toa!!
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