Segundo o Diário de Notícias, o dr. Pedro Reis, o estimável e prestimoso presidente da AICEP está a "ponderar" se fica ou não fica à frente do organismo. Se, no fundo, o serviço público compensa sem ser para o retrato. Pelo que se sabe - pelo dr. Portas, sobretudo, o "coordenador económico" doméstico e internacional do Executivo que acumula com o de MNE em "realidade" de funções - o governo aprecia o seu desempenho. Porquê, pois, sair? Porque, segundo o jornal, "a possibilidade de Pedro Reis deixar a AlCEP, embora não seja um dado adquirido, é assumida por fonte próxima do processo, e a sua substituição encontra na remuneração um problema delicado - o presidente da AICEP ganha pouco mais de três mil euros líquidos, um valor baixo para a responsabilidade e a exposição." Quer trocar?
Sem comentários:
Enviar um comentário