3.1.14

Não tem mais nada que fazer?


 


Aparentemente não. Talvez, então, Vasco Pulido Valente tenha razão. «O Presidente da República inventou uma nova maneira de interpretar o seu etéreo cargo: a ausência. Não se mostra, não fala, não faz nada. Isto, como se calculará, é um método para evitar sarilhos: os dele e, sobretudo, os do país. Acabou, com o tempo, numa espécie de fantasma, em que já ninguém acredita. Ele também não se importa. Conta os dias para a reforma definitiva.»

1 comentário:

Rocco disse...

Goste-se ou não, o rapaz projecta uma imagem de desinibição no mundo... Não ganhamos nada em ser xoninhas. É um bocadito bronco, mas tem desculpa...

Quantas condecorações já foram dadas a autênticos bandalhos?