1.1.14

Do passado e do passivo

Faltava às duas mensagens presidenciais de Julho de 2013 esta primeira de 2014. Trata-se, por consequência e parafraseando François Mitterrand, de uma coisa inteiramente do passado e do passivo. Não há lastro de futuro nestas palavras - previsíveis - que podiam ter sido proferidas por um qualquer secretário de Estado, por um guionista de ficção científico-política ou, com alguma benevolência,  pelo director do museu da Presidência da República. E logo agora que é tão somente de futuro que o país precisa.

1 comentário:

fado alexandrino disse...

Olhe que o presente (como notei no meu blog) de acordo com o SIBS, tem que se lhe diga.