Enquanto por cá as "notícias" são as marés vivas, tratadas quase ao nível de fenómenos do Entroncamento, lá fora impera o rabo do príncipe Harry, porventura o terceiro ente na linha sucessória da eterna Isabel II. A doxa, ouvida imediatamente pelas televisões britânicas, dividiu-se entre o comportamento "impróprio" e a "normalidade" que "humaniza" a realeza e "populariza" o príncipe. Na verdade, apesar da "estrelinha" censória colocada no instantâneo que capturou a real anatomia, percebe-se esteticamente a definitiva propensão para a "popularidade". Como Tennessee Williams observou em relação a J. F. Kennedy, na altura presidente dos EUA, também Harry sugere a propriedade de um "belo rabo". Onde está o mal em exibi-lo?
Foto: Mirror
4 comentários:
Respeitinho, Dr. Gonçalves. Respeitinho. Lá está você mais os seus exageros e devaneios.
:-)))
Bem, basta ouvir um monárquico explicar que uma das grandes vantagens da monarquia é que um rei é educado desde pequenino para quando chegar a sua vez de ocupar o trono.
E Harry é na prática o segundo da linha, pois, pela pela ordem natural das coisas, o seu pai, que vai fazer 64 aninhos, morrerá primeiro.
Para agrado dos próprios monárquicos seria de esperar um comportamento um bocado mais sensato.
Para mim, que não o sou, quero lá saber...
"Por mais alto que seja o pedestal, ninguém se senta a não ser com o próprio traseiro "
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