23.5.11

O FIM DE UM FENÓMENO DO ENTRONCAMENTO

O PSOE do sr. Zapatero, nas palavras de Sócrates, o seu melhor "amigo" político lá fora, foi valentemente sovado nas eleições regionais e municipais espanholas. Rajoy, um tipo que nem sequer é particularmente brilhante, obteve um excelente resultado nacional para o Partido Popular (não confundir com o nosso pequenino PP cujo líder, com 12 % nas sondagens, imagina poder ser 1º ministro). Zapatero, à semelhança de Sócrates, revelou-se um fenómeno do Entroncamento que soube cavalgar, até dada altura, as parvoíces de última hora de Aznar. Todavia, e como todos estes fenómenos, impotente perante a crise interna e mundial, Zapatero, aos poucos, foi revelando o estofo de que era feito: de nenhum. A Europa das más lideranças está a sofrer fortes abanões. A senhora Merkel também perdeu uma eleição doméstica, Berlusconi é o que se sabe e a França - agora mais "livre" para repetir Sarkozy depois da eliminação sumária de DSK e com aquele horrível friso de socilaistas - não augura melhores tempos. São todos mais ou menos parecidos uns com os outros, mas sempre há uns melhores do que os outros. Zapatero pelo menos teve o bom senso de, antes deste desastre, ter anunciado que não ficava para as eleições gerais de 2012. Nós ainda temos de esperar uns dias para despedir o transtornado e contumaz homólogo do espanhol.

8 comentários:

Anónimo disse...

A nada disto que está exposto e escrito no 'post' as gentes lusas, que estão enquistadas 'na máqina', prestam atenção. Pinto-de-sousa e o PS-totalitário apostam fortemente no desespero dos 'empregados do regime' (fundações inúteis, institutos inventados à medida, administrações mais numerosas que os trabalhadores que administram, etc) para defesa do seu próprio emprego - não de Portugal. Todos os métodos parecem ser legítimos para a propaganda-goebbels socialista; o debate de 6ª feira foi ganho por Passos, tendo sócrates sido esmagado e desmascarado, mas a domesticada e servil RTP resolveu refazer "a narrativa": no noticiário de Sábado das 20h passou 18 minutos de reportagem editada e maquilhada onde uma cuidadosa selecção e montagem dos momentos 'críticos' tentava fazer sócrates emergir como um repositório de bom senso - 'apagando' o mais possível as partes gagas, a cassette, a aldrabice e os momentos de manifesto e indisfarçável descoforto e desorintação do Kerido-Líder. Apesar de tudo isto, o PS - por estratégia previamente ensaiada com os treinadores de mentira de sócrates (a 'agência' de publicidade contratada) - tenta agora desvalorizar o efeito do debate; são atiradas para o ar frases canalhas como "estalou o verniz" (a quem?!?) e arrebanhados emigrantes e velhas de preto com almoço à borla para emoldurar os comícios do PS. Com locução e apresentação em ingês-não-técnico.
Se depois de todos estes truques e golpes baixos o PS e sócrates perderem, então darão entrada num hospital psiquiátrico - não sem antes 'limparem' devidamente os discos rígidos dos ministérios e queimarem 'papéis comprometedores', assim como suprimirem vestígios dos 'sites' de motards-rabetas visitados regularmente por assessores e chefias. Passarão vários dias nesse desespero.

Ass.: Besta Imunda

fernando efe disse...

A INFINITA ARROGANCIA DE QUEM ESCREVE: "Rajoy, um tipo que nem sequer e´ particularmente brilhante".; Zapatero: "foi revelando o estofo de que era feito: de nenhum".
Ou o Gonçalves acompanha a par e passo a politica espanhola, ou as atoardas nao sao nada, mesmo nada. No dia 29 de Novembro, deve-se numa quermesse entre leitores oferecer ao pobre do Gonçalves - o ensaista - um espelho, para que possa com propriedade contemplar o brilho de que particularmente e´ feito e o estofo em que assenta a sua excelsa figura. (Como e´ obvio, o Gonçalves nao vai publicar isto.)

amendes disse...

Não falar mal do PS e muito menos do PP cá do burgo... que o jornalista relativo, António do CM e da TVI24... zanga-se!Hoje voltou ao ataque, esquecendo-se dos "votantes de bifana" paquistaneses do seu colega eng relativo Socrates!!!

Adivinha-se po cá o mesmo tsunami no dia 5...

Anónimo disse...

A única decisão sensata deste bandido que destroçou a Espanha, "física e moralmente falando", como dizia uma personagem do camiliano "Os Brilhantes do Brasileiro", foi a de não se voltar a candidatar. Pena foi ter demorado tanto tempo!

Anónimo disse...

Pois é, já não é a qualidade das políticas e dos políticos a ganhar eleições, são os governantes que apanharam com a crise que as perdem.
E assim, amanhã, tudo será igual a hoje.
Infelizmente...

Anónimo disse...

Zapatero pelo menos teve o discernimento de reduzir despesa quando os mercados comecaram a ficar mais avessos ao risco, com a crise financeira.

Socrates limitou-se a perorar contra os "especuladores", enquanto continuava a aumentar despesa com o dinheiro que nao tinha.

Zapatero conseguiu (pelo menos por enquanto) evitar a intervencao externa, apesar de uma situacao inicial muito mais preocupante que a portuguesa.

Obviamente, o problema nao e' Socrates e Zapatero serem ambos socialistas (basta pensar no "seu" MMC) - mas sim um deles ter vistas curtas, ser pouco inteligente e desinteressado pelo bem-comum.

Fado Alexandrino disse...

Muito obrigado por esta informação.
Li de relance nas bancas as primeiras páginas dos jornais portugueses e não havia lá nenhuma paragona sobre estas eleições.
Tem mesmo a certeza de que as houve?

Anónimo disse...

O dito cujo do lado de cá da fronteira é incomparavelmente mais ranhoso e asqueroso que o outro. O sapateiro e o "sói" (é como chamam lá) têm outra vantagem: passam-se dias e dias em que nem nos lembramos que existem; já o bandalho PS (pinto de sousa) e o incrível peiésse só perdem em tempo de antena para o futebol!

PC