
Com quase trinta anos de serviço público (tropa incluída no tempo em que ela era viva), estas coisas deviam-me parecer mais cómicas do que trágicas (leia-se o derradeiro parágrafo com alguma da "biografia" da nova reguladora da aviação civil: «A até aqui técnica especialista para o sector aeroportuário do ministério de Pires de Lima esteve neste cargo apenas em 2013 e 2014, tendo antes sido assessora nas áreas da aviação civil na mesma tutela. Antes foi estagiária na Direcção-Geral das Actividades Económicas, professora voluntária de inglês num centro da Santa Casa da Misericórdia, consultora de uma empresa de media e técnica da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista.»). Mas ao contrário de Gil Vicente, continuo a preferir cavalo que me leve a asno que me derrube.
1 comentário:
Tem todas as qualidades exigidas para o cargo. O INAC é uma perfeita inutilidade e se levantasse voo sem destino ninguém notaria a sua falta. Até eu podia ser vogal e até consoante daquilo.
Enviar um comentário