Marco António Costa, que se revelou um competente secretário de Estado da Segurança Social, foi substituído por uma criatura improvável de apelido Branquinho, uma espécie de homem dos sete instrumentos da canção do Godinho. O que o homem afirmou numa comissão parlamentar compromete o governo todo a menos que o governo - o ministro e o PM - se "descomprometam" do homem. Porque a leviandade politiqueira com que abordou um assunto como as pensões - e o novo "imposto" que vai cair sobre elas só depois de "resolvido" um alegado "problemazinho" informático - seria cómica se não fosse trágica. Mas parece que entrámos em período eleitoral (o "dilema" do cautelar também entra no pacote com a complacência do PS, como explicou Manuela Ferrreira Leite) a culminar só em 2016 com a "eleição" do supra Almirante Américo Tomás do dr. Passos. Tudo coisas que, mais tarde ou mais cedo, se pagam.
1 comentário:
Era vê-lo no jornal de notícias a escrever sobre gestão de empresas, hahah.
Há ada "fenómeno".
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