
A minha derradeira participação aqui, na blogosfera, foi num outro blogue, o Contra-Corrente, a pedido do Nuno Lebreiro. Escrevi sobre uma faceta menos conhecida de Vasco Pulido Valente que tinha morrido nesse ano: a de professor. Meu. Duas vezes. Com a devida vénia àqueles meus amigos, aqui fica o link:
https://dossiers.contracorrente.pt/2020/11/o-meu-professor-vasco-pulido-valente.html
Passou muita coisa entretanto. E, sobretudo, passaram demasiados anos e demasiados fracassos, inteiramente pessoais, sobre estas recordações relativamente inúteis. Fi-las com o único propósito de me lembrar de Vasco Pulido Valente no dia em que faria setenta e nove anos. Ele que, precisamente, “ajudou” a “preparar-me” para aquilo que podia ter sido e nunca fui. E para lembrá-lo a eventuais terceiros, não apenas como o historiador, o polemista, o comentador, o cronista, o político, etc., como será mais “conhecido” – qualidades de que outros falarão melhor e mais acertadamente do que eu -, mas como alguém que conheci e retive, também, enquanto professor. O meu professor Vasco Pulido Valente, que me ajuda permanentemente a resistir à mediocridade. Valendo o que valem, estas recordações são evidentemente para a Margarida.
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