
Quando escrevi o "Balázio" para o "Tal&Qual" desta semana, Marcelo ainda não tinha descido ao Algarve. O que "estava a dar" era a "car interview" para a CNNP. No regresso, já que é tão exímio condutor, podia vir pela Beira e passar na Serra da Estrela. O inteior não é o Gigi, os Tomates, o Ancão ou o último restaurante da moda no eixo Vale de Lobo-Quinta do Lago, no Garrão, de seu nome "António Tá Certo", aprendi no "Tal&Qual". Há sempre um país que vai morrendo que não espera por selfies.
5 comentários:
...e porque não por Lagos. Anteontem dava-me jeito se solidariamente se pusesse de gatas para me servir de banco à porta da pré triagem do hospital:
-" hospitais, que pese embora a boa vontade dos profissionais de saúde, prestam péssimos serviços a quem tem necessidade deles (foi o meu caso hoje em Lagos, só porque, sofrendo de uma cólica renal e procurando o hospital particular local, encontrei-o fechado por ser feriado e só me restou experimentar pelo que grande parte dos portugueses já passou), mandaram-me para a pré-triagem da urgência e serviço de ambulâncias, uma sala com porta semi-aberta onde não pude entrar enquanto não apareceu no interior um enfermeiro, sendo que ao redor nem no murete o doente se podia sentar porque a grade de ferro nele incorporada o não permitia. A espera teve de ser feita em pé ou sentado no chão, piso que também servia para a passagem e estacionamento de ambulâncias. Quando finalmente apareceu o enfermeiro também não permitiu a entrada do doente na sala, limitando-se no limiar da porta a tirar-lhe temperatura e a fixar-lhe uma etiqueta com a indicação de pré-triagem. Só depois, as formalidades de admissão no interior do edifício, seguindo-se a passagem de sala de espera em sala de espera (com cadeiras, felizmente nem todas ocupadas) até chegar ao gabinete do médico (um ucraniano diligente) que requisitou os exames que achou por bem, mas ainda sem qualquer medicamento que atenuasse as dores, por mais que pedisse um simples analgésico para as mitigar "
Do Manel
Quem diz Lagos, diz Portimão e Faro, podem ser apresentados como o cúmulo da desgraça em que está o SNS. Um centro de saúde na zona de Silves tem um aviso na porta "Não atendemos não residentes", são pequenos reinos dentro do país onde quem manda é o reizinho local. Mas podemos estar descansados por não terem ainda começado a pedir em moeda estrangeira um incentivo para o utente ser atendido e cuidado, como acontece noutras regiões a leste e a sul.
As selfies continuam em "grande" assim como os fogos e o pedido de estudos para compreender a causa dos ditos,querem um desenho? Já os hospitais...que sigam os festivais que pelo rumo disto os jovens de hoje não vão chegar a adoecer.
Ora bem https://ionline.sapo.pt/artigo/778929/fogos-e-mais-facil-fazer-estudos-do-que-atacar-o-problema?seccao=Opiniao_i
Marcelo não passa de um funcional analfabeto letrado. <br />Os instrutores habilitados deviam revoltar-se exigindo que lhe fosse caçada a carta de condução. <div>Como é que um condutor que não respeita as mais elementares regras de circulação e segurança pode conduzir um país? <br />Não lhe ensinaram que ser dono do carro não significa que seja dono da estrada para exibição umbigal?<br /></div>
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