Mesmo que ao de leve a "Europa" recuperou o lastro negocial, de boa tensão, que a instituiu. Até o "eixo franco-alemão", presentemente uma caricatura do que foi noutras alturas, se manifestou pela "segurança" do euro e pela permanência do Eurogrupo na sua presente configuração. O dr. Passos, aliás, já estava atrasado em relação a este "eixo" (ou à parte que lhe é mais simpática nele) quando, no parlamento, se pronunciou sobre países-membros que tem por pouco atiladinhos. Mesmo assim o nosso, apesar de mostrado ao mundo como "exemplar" cumpridor de programas ditos "indignos" e como pagador certinho de reembolsos a credores, não consegue sair do "lixo" da Moody's. Constou que, entre outros, se teria "empertigado" contra as mais recentes decisões encontradas no Eurogrupo com outro Estado-membro. Também constituiria uma forma de "lixo".

2 comentários:
Tem toda a razão. O governo português terá sido muito firme no pedido de esclarecimentos sobre o que é que estava para ser acordado com a Grécia. E, veja lá, teve ou não razão em usar essa firmeza? É sabido que a Grécia exigiu imensas compensações financeiras para aceitar a entrada de Portugal e Espanha na CEE. O que é que poderia esperar agora? Que Portugal desse a outra face? Depois de tudo o que passamos - eu tenho a minha própria experiência - vamos deixar que os gregos continuem a untar a barriga com manteiga e se ponham ao sol a tostar enquanto nós andamos a passar as "passas" do Algarve? Valha-nos Santo Ambrósio...
Passos Coelho esteve estupendo no debate e nas respostas que deu à empertigada do Bloco e depois aos restantes membros da esquerda.
Com esta gente, paninhos quentes não servem, tem que se falar alto e grosso.
Até que enfim.
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