
Com a costumeira "sustentável leveza do ser" que o caracteriza, o dr. Portas transitou directamente do Vaticano para uma feira de sapatos em Milão. Na promoção cardinalícia de Manuel Clemente - em que o venerando Machete fez mera figura de corpo presente e o senhor à esquerda do senhor vice presumivelmente nenhuma -, Portas consolou o "espírito" com umas tiradas frívolas sobre a circunstância. Junto dos sapatos retomou a bravata propangadística e falaciosa das "exportações" e do "crescimento". O dr. Passos consente nestes espectáculos indecorosos porque sempre se reserva para outras coisas que toma por mais "sérias". Se houver coligação, é expectável que estas duas almas apareçam juntas o menor número de vezes possível. O dr. Passos, afinal, sempre precisa dar-se ao respeito.
4 comentários:
Com a crise austeritária perdi uma boa percentagem do meu pouco avantajado pecúlio,chamem-lhe vencimento ou aposentação,como quiserem. Ao olhar para as três figuras,vejo ali uma das muitas causas de que não há dinheiro que os sascie.Em vez de três,porque não um? Porque não o dr Portas desempenhar o lugar de Manchete que,na prática, é isso que parece acontecer?
PS: Agora parece que quer uma nova maioria para acabar o guião do Estado!
Prevê,naturalmente,uma nova constituição do T.Comstitucional.Já prevemos o que vai acontecer! Que se cuidem os grisalhos e os funcionários.
Sempre gostou de feiras e de sapatos. De salto alto, como convém a tão alta figura da nação.
Já agora acrescente-lhe a televisão pública (pago por nós) que também achou oportuno mandar a incansável Fátima.
Com a cor local a reportagem tem outro gosto (e gasto).
Enviar um comentário