«A pretensa impunidade socrática não se afirma apenas no País. Ela ressurgiu agora também dentro do Partido Socialista. De repente, os socráticos querem abrir uma crise de liderança no PS e voltar ao poder cavalgando às costas de um novo líder. Depois de terem deixado o País à beira da bancarrota e o partido com uma derrota histórica, voltaram para fazer a vida negra à liderança da oposição. O bom senso recomendaria a esta gente um bom período de nojo, algum comedimento e um certo respeito pela memória colectiva.»
Adenda: Por falar nesta gente, de um passado demasiado recente, há um deles que os resume a todos, o petulante ex-czar dos Açores, César de seu nome para perpétuo infortúnio dos verdadeiros. César tem a mania que é subtil e imagina-se um ersatz sofisticado de Jaime Gama ou de Medeiros Ferreira. Não é nem uma coisa nem a outra. Que venha para o "continente" e vai ver, a não ser às cavalitas de alguém, o "sucesso" que o espera.
5 comentários:
Os portugueses padecem com masoquista intensidade do síndroma de Estocolmo. Além de que, quase quarenta anos depois, não se ser de "esquerda" é ser-se "fascista". Coisa de imbecil simplismo, mas muito diligentemente servida às massas pelos tais pais da democracia e que, parece, muita gente ainda eleva à condição de imperativo moral (não o ser, entenda-se) no solitário momento de pôr a cruzinha no boletim de voto.
Junte-se a isso a proverbial e perene incultura do povão , por estes dias esmagado pelo retorno à pobreza, se não mesmo miséria, incapaz de perceber (e não lho posso censurar) como submeter-se ao jugo absolutamente destravado de um estado parasitário e que objectiva e despudoradamente lhe diz que o caminho patriótico é o da indigência, da perda de tudo até da honra, pode ser o justo percurso do futuro, e temos o campo fértil para o primeiro demagogo que regresse com promessas de algumas centenas de milhares de empregos num punhado de meses.
E ele, esse demagogo - porque em Portugal, já vem do PREC , os traidores escapam ilesos, impunes e venerados - vai voltar.
E, a menos que alguém descubra como evitá-lo (que eu não sei como), vai ganhar.
Costa
Esta gente do PS seria ridícula...se não fosse trágica. Gente muito perigosa, fortemente escorada pela maçonaria negra (irregular) e jogando em estranhos níveis. Ávidos, cruéis e dissimulados. Mais que o nojo aludido, a velhacaria política real. E decidida a comer o bolo todinho.
Seguro até pode vir a erguer a taça no campeonato interno, mas o País já percebeu que um júnior atabalhoado do regional beirão não pode chegar de empurrão á maior prova nacional. Os adversários adultos e rodados de fora daquelas portas não se empolgam por bater um fraco e desajeitado aprendiz, a jogar de bico num campeonato inferior e que nem umas chuteiras sabe calçar. Um opositor de peso como António Costa mesmo que de espingarda em bandoleira e faca na liga, será preferível para todos nós, ainda que ele, e todos eles venham a merecer de novo a nossa melhor prenda. "Reconhecidos, combatidos e derrotados".
Sobre um país de personagens com a palavra “escurinho” na ponta da língua…
Era uma vez um país à beira-mar plantado que vivia tempos ensombrados por uma elite dirigente energúmena (e indigente). A sua presença está um pouco por todo o lado, ou seja, é omnipresente, havendo gentalha dessa estirpe por tudo o que é sítio: nas autarquias, nos observatórios, nos sindicatos, nas empresas, nos bancos, no parlamento, no governo… Dá-se um pontapé numa pedra da calçada e salta de lá um energúmeno. São tantos que alguns têm de procurar “emprego” no estrangeiro. Na actualidade, esse país é uma autêntica potência mundial exportadora de energúmenos ex-governantes, seja para: a Comissão Europeia, a ONU, o BCE, universidades parisienses... Claro que há uns mais energúmenos que outros. Até parece que concorrem entre si! A sua presença energúmena entra, diária e sistematicamente, pela casa dentro através dos ecrãs das televisões e dos computadores. E não pedem licença. Cambada de energúmenos! O que é interessa é aparecer com as suas vestes luxuosas e energúmenas, claro. Nem Tolkien tinha capacidade para inventar tantos “trolls energúmenos”, pasme-se! Mas, para todos os efeitos, estes têm outros atributos: falam, falam, falam… Como dizia o outro: e não fazem nada! Por muito que se esforcem, o resultado é sempre o mesmo: não passam de energúmenos, desgraçados. À conta de tantos energúmenos, o mexilhão é que se lixa!
Ora, então e o Exmo. Sr. dr. Marques Mendes e outros como ele ( do PSD, claro), não tem espelhos em casa ?
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