19.1.13

A irmã e os "primos"


 


A Maria Stuarda de Joyce DiDonato não desiludiu. Pelo contrário. Foi extraordinária no final onde as contradições da fé e da vida da irmã de  Isabel I (que a condenam) são exemplarmente expostas. Enquanto esperava pelo início da transmissão, li o 1º capítulo deste livro. Detectei duas imprecisões. Nem Mário Cal Brandão "fundou" o então PPD, nem Jorge Campinos foi "social-democrata". Ambos "fundaram" outra coisa, o PS. De resto, o capítulo conta brevemente a história da Maçonaria em Portugal - são cerca de 50 páginas - que acaba com a descrição de uma "fofoca" contemporânea. O que mais me divertiu foi a reconstituição de uma sessão de "primos" (termo pelo qual se tratavam os membros da Carbonária) feita, pelos vistos, recentemente. Enfim, parabéns à prima, irmã da outra. À DiDonato, claro.

1 comentário:

Marques disse...

Tem razão. A Maria Stuarda da Joyce DiDonato. As e os restantes,medianos,a Elisabetta,bulldozer ácido,o Leicester esforçado mas pouco heroico e audivel,a direcção excessivamente pacífica. Só tinha visto duas vezes a ópera,curiosamente nos dois S. Carlos,o de Lisboa e o de Nápoles. Ambas as récitas me pareceram melhor dirigidas. Talvez a DiDonato,que vamos ver daqui a dias na Gulbenkian,a melhor.